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Histórico 

DADOS HISTÓRICOS

*   ORIGEM: Em períodos anteriores, Pirapó era habitado por índios caingangues e a seguir, por tupis-guaranis, tendo havido aqui uma capela jesuítica, conhecida por Capilla (pronuncia-se Kapilha ou Capija), termo proveniente do espanhol, que era localizada na Linha Figueira e, consta que, as suas paredes foram transformadas em taipas de pedras, ainda existentes naquela localidade. Documentos comprovam ainda que na segunda metade do século XIX, já havia por aqui um povoamento luso-brasileiro, que certamente sobrevivia, assim como os indígenas, da natureza e de uma agropecuária de subsistência. Mas foi no início do século XX, a partir de setembro de 1903, que foi fundada uma colonização alemã em Pirapó, através de Ernesto Henrique Guilherme Wilhelm Sommer e familiares, tendo aqui chegado as primeiras doze famílias no dia 18 de maio de 1904, transportadas por Carretas do Campo, provenientes da Região do Vale do Rio dos Sinos (RS), dando início a mais um povoamento localizado no município de São Luiz Gonzaga, este passando a chamar-se de Colônia Sommer, depois Colônia Pirapó, a seguir Vila Pirapó e por último, simplesmente PIRAPÓ, retornando às origens, uma vez que num período bem anterior ao século XX, os atuais municípios de Pirapó e Roque Gonzales denominavam-se PIRAPÓ, cujo cacique maior foi o índio guarani Nheçu, que habitava o Cerro do Inhacurutum, tendo sido sob suas ordens que foram mortos os três Mártires das Missões. Em Pirapó ainda há muitos vestígios dos indígenas e muitas marcas, principalmente, na arquitetura, da colonização alemã de outrora. 

*   EVOLUÇÃO: No início, os colonizadores enfrentaram grandes dificuldades devido a intempéries do tempo, a falta de animais de procriação, de rodovias e de recursos industriais, médicos e espirituais. Mas, mesmo assim, a comunidade foi evoluindo rapidamente. Henrique Sommer instalou uma balsa sobre o Rio Ijuí: travessia Pirapó-Roque Gonzales e, até a década de 50 a base da economia dava-se através da intensa exportação, via fluvial, valendo-se de catres, barcos e lanchas, os quais transportavam, principalmente, a madeira de Lei (pau ferro), produtos agrícolas como a erva-mate, o fumo, feijão e de industrializados agropecuários, como a cachaça, o queijo, o  couro, a banha e a rapadura, num período em que várias entidades foram solidificadas, como o Clube e a Paróquia São José, a Escola Paroquial e o Hospital Nossa Senhora do Rosário. E a comemoração do Kerb era o evento máximo de confraternização e animação, abrilhantada pela Banda Musical Alemã local. Neste período, várias famílias alemãs e luso-brasileiras foram adentrando-se na Colônia Pirapó. Mas a partir dos anos 50, foi cessando a industrialização e a base da economia modificando-se apenas para a agropecuária, cujo escoamento da produção de suínos e de grãos como soja, milho, trigo, feijão e arroz passou a ser rodoviário. E, assim continuou evoluindo, pois foram surgindo as escolas municipais e estaduais, o Ofício Distrital (Tabelionato e Registro Civil) foi instalado, o atual prédio do hospital, a energia elétrica foi introduzida, uma rodoviária foi instalada, uma panificadora, a Igreja matriz e a Casa Canônica foram inauguradas, a Policia Militar foi introduzida, associações rurais foram surgindo e, no final dos anos 60, os trabalhadores rurais já estavam organizados em um sindicato bem atuante e, até a emancipação, sobressaiu-se a construção do Salão Paroquial, a instalação do Posto de Saúde, as festas Campeiras foram surgindo, a Unidade da Coopatrigo foi instalada, bem como os Postos Bancários, as principais ruas da cidade foram calçadas, a Rede de Abastecimento de água foi efetivada e a Ponte de Travessia: Pirapó-Dezesseis de Novembro, finalmente, é inaugurada. Acelerou-se a mecanização da agricultura e o tradicional Clube São José é demolido, em 1984. Nesse período, teve início o êxodo rural e, politicamente, foi a partir de 1955, que Pirapó passou a ser um distrito de São Luiz Gonzaga e, a partir de 1966, passou a integrar ao município de São Nicolau, passando a distrito deste em 11 de novembro de 1980. 

*   EMANCIPAÇÃO: O povo de Pirapó iniciou uma campanha pela emancipação em 1981, quando uma comissão iniciou a luta pela conquista da autonomia, não logrou êxito na primeira tentativa, em 1984. Após isso, uma segunda comissão foi formada, com a substituição de alguns membros e acréscimo de outros, desta vez, logrando êxito e o plebiscito realizado em 20 de setembro de 1987 apurou 90% dos votos para SIM, sendo criado o novo município de Pirapó em 30 de novembro de 1987, através da Lei nº. 8.425, com a sua instalação efetuada em 1º de janeiro de 1989.  

*    O NOVO MUNICÍPIO:  A Base da economia continua sendo a agropecuária, com destaque para a produção de soja, cuja safra rende em torno de 50 a 60 mil sacas e para a Bovinocultura (corte e leite), cujo rebanho é de 26 mil cabeças e a produção leiteira atinge 170 mil litros mensais. Mas há também a produção de outros grãos como o milho, trigo e o feijão. A piscicultura também foi introduzida. Após a instalação da Prefeitura e da Câmara de Vereadores, outras inovações significativas no município foi ocorrendo, como a instalação do 2º Grau, a nucleação das escolas (atualmente, 4 municipais e 1 estadual). O Café Colonial foi introduzido, as Festas do Papai Noel foram ampliadas, surgiu a ASERPI (Associação dos Servidores Municipais), um Estádio Municipal de Esportes, campo aberto, o Escritório da EMATER, o Condomínio de Suinocultura, a Delegacia de Polícia, o Bairro Boa Esperança, com moradias populares; os Festivais Municipais de Teatro e Paródias, os Grupos de Dança (a gaúcha e o Roller), o Clube São José foi reerguido (Bolão e Bocha), o Ginásio Poli esportivo, a Praça Municipal, o Asfaltamento urbano e canteiros, o Clube da Terceira Idade, a automatização da Telefonia, a Informatização com acesso a INTERNET, redes de Luz e água foram ampliadas, ocorreram melhorias consideráveis na recuperação dos solos, na descentralização da Saúde e nos acessos rodoviários. A Casa da Cultura foi instalada informalmente e o Setor Cultural ativado, este priorizando o resgate histórico.

De conquistas batalhadas pelo homem destacamos:

 - Ginásio de Esportes, Estádio Municipal, Memorial, Praça Municipal, Biblioteca Publica, Quadra de Areia, Prefeitura Municipal, Construções Antigas, Trevo de Acesso; Associações dos Piquetes, Parque de Rodeios e Exposições ,  Pórtico.

Quanto à realidade que a natureza nos presenteou destacamos:

- Quedas D’água, Encontro dos rios Uruguai e Ijuí.

Uma história constituída, Pirapó, que já foi mata intensa, era Colônia Sommer, Vila, Distrito, e hoje Município.

Somos cidadãos de uma história quando vivemos e nos orgulhamos dela.

Bandeira do Município de Pirapó

Um dos Símbolos municipais, povo forte honesto e trabalhador, município centenário de povo lutador. Faz sua história no trabalhado incessante de seu povo. Município de muita história e belezas naturais, de gente idealizadora e hospitaleira. É muito bom dizer e ouvir “EU SOU PIRAPOENSE” terra que me viu nascer e crescer.

 

SOBERANAS DO MUNICÍPIO

 

Rainha: Natália Engroff do Canto.

Primeira Princesa: Deisi Ruchel Bierman.

Segunda Princesa: Tatiane Miranda de Sousa.

Elas irão representar o município em todos os eventos oficiais nos próximos dois anos.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCURSO 2009  

 

IV EGATESPO

 

DIA DO DESAFIO

 

RODEIO 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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